terça-feira, 24 de abril de 2012

Mensagem para o “Além” ao amigo Salgueiro Maia

Caro amigo Maia,

38 Anos depois daquela madrugada gloriosa, se por aqui ainda nos acompanhasses, voltarias a repetir a famosa frase: “ Há vários Estados, o SocialDemocrata, o Socialista e o Estado a que esta merda chegou.

Segundo o amigo do Blog o Farricoco (que muita gente me confunde, a que por ex. o Costa Guimarães entende que não tenho essa capacidade intelectual para o ser), diz ainda hoje: Antes eram meia dúzia, agora são ás grosas de Begueiros que se apoderaram do aparelho de estado. Estás a ver, contigo por aqui, íamos ter granel pela certa.

Um Abç aonde quer que estejas.
Nota: Logo, pela meia noite estarei no Mini Spor a beber uma "geca" em tua memória.

domingo, 22 de abril de 2012

As tradições minhotas. A concertina

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Contributo dos maiores atletas de Braga, para o levantamento dos Alfarrábios- do Farricoco

Contributo dos maiores atletas de Braga, para o levantamento dos Alfarrábios- do Farricoco
José Antunes Guimarães; Tiro e grande Presidente do Sp. Braga
Manuela Machado, Atleta Olimpica. A esta há que juntar Albertina Machado e Conceição Ferreira e Mário Silva




Prazeres Rodrigues, Futebol Feminino. Jogadora de Selecção. Também recordo a Paula Matos
Emanuel Silva, Canoista Olimpico
Ana Alegria, nadadora Olimpica
Raquel Felgueiras, nadadora Olimpica

Os maiores desportistas de Braga no Sec. XX. Merecedores de um memorial. ( Fica aberta a sugestões dos leitores)

Ménici Malheiro, 1910 a 1920. Pioneiro do Futebol, Atletismo e Ciclismo




Vasco Sameiro, decada de 20 e 30. Campionissimo de Automobilismo
Nuno Morais, Recordista 100 e 200mts e 1º bracarense em Olimpiadas. Anos 40-50

Peixoto Alves. Ciclismo. Vencedor da volta a Portugal. Anos 60
Titarola. Campeão de Motociclismo. Anos 50 e 60

Bino Trivelas. Futebol, anos 60. Vencedor da Taça de Portugal e da equipa que pela 1ª vez disputou competições europeias
Casaca. Andebol, anos 80 e 90. Ganhou o 1º campeonato de andebol do ABC e foi finalista da Taça dos Campeões Europeus

Bom Jesus, vale ouro?

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O maior ás do automobilismo bracarense, Vasco Sameiro. Medalha da participação em 1937 no Circuito da Gavea no Rio de Janeiro

SUBSIDIOS PARA A BIOGRAFIA DE VASCO SAMEIRO
SUBSIDIOS PARA A BIOGRAFIA DE VASCO SAMEIRO
Vasco Santiago Ribeiro Pereira do Sameiro foi provavelmente o piloto português mais popular, popularidade que se manteve durante toda a carreira do piloto e que se estendia igualmente por terras brasileiras, onde disputou com sucesso várias corridas.
Nascido em Rossas, Vieira do Minho, a 3 de Março de 1906, marcou presença ininterrupta nas corridas desde os anos 30. Numa época em que os pilotos eram vistos como heróis que punham a sua vida em risco pelo seu próprio prazer e dos que assistiam, estes foram seguramente os anos de ouro do automobilismo português, pela qualidade dos participantes e pela adesão popular que se revelava em assistências invejáveis para épocas posteriores. Nesta altura, o automobilismo era uma festa popular e cada corrida tinha os contornos de uma qualquer romaria.
Vasco Sameiro foi um dos mais virtuosos pilotos portugueses da sua época e talvez, sobretudo no período do antes-guerra, o mais internacional. A sua carreira iniciou-se nos anos trinta; era irmão de Gaspar e de Roberto Sameiro, igualmente pilotos (Gaspar ficaria na história como o piloto que venceu o 1º Circuito de Vila Real disputado em 1931 ao volante de um Ford A, tendo Roberto Sameiro participado com um Alfa Romeo 6C 1750). Após a retirada de Gaspar e Roberto das competições, Vasco continuou e, na sua longa carreira, pilotou sobretudo automóveis Alfa Romeo e Ferrari, embora inicialmente tenha pilotado automóveis de diversas marcas. Das provas de quilómetro de arranque, ao volante de Delage e Alfa Romeo 6C 1750, às primeiras provas em circuito, em 1931, ao volante dos Lancia e Invicta.
Em 1932 venceu, para além do Circuito de Vila Real, o II Circuito da Boavista, na categoria Sport, ao volante do Invicta Type S 4,5.
1933 foi um ano de ouro para Vasco Sameiro, então com 27 anos. Ao volante do seu Alfa Romeo 8C 2300 Monza conseguiu a vitória nas três mais importantes corridas nacionais: Campo Grande, Vila Real e Boavista. Conseguiu igualmente vencer a
Rampa da Penha em Guimarães, para além de ter conseguido o 2º lugar no I Circuito de Montejuich e IV Grande Prémio de Penya Rhyn, uma prova internacional que contou com a presença de alguns dos mais notáveis pilotos dessa época, Tazio Nuvolari e Jean Pierre Wimille. Nesta prova, Sameiro conseguiu um prémio em dinheiro no valor de 4000 pesetas, para além de mais 2000 pesetas pela deslocação.
Vasco Sameiro tinha em Henrique Lehrfeld um grande rival, do qual não tinha pejo em afirmar na época ao jornal Stadium: “Não temo o seu valor, e não o admiro porque não toma parte em todas as provas em que eu alinho. E se esse corredor está tão certo da sua superioridade, porque não alinhou no Circuito de Vila Real (1933) como fez, e faz sempre, Alfredo Marinho com um carro de força inferior?” Afirmações feitas devido ao facto de Sameiro ter ficado desagradado com a reportagem que o jornal Stadium havia feito da sua vitória nesse ano no Circuito do Campo Grande em Lisboa, e onde Sameiro afirmava ter o repórter deste jornal em serviço na prova lisboeta desvalorizado o seu mérito, prova onde após hora e meia de corrida havia deixado Lehrfeld (Bugatti 35B) a uma volta.
Em 1937 conseguiu o 4º lugar no Circuito da Gávea no Brasil, naquela que foi a sua 1ª corrida no país irmão de entre muitas que aí disputaria.
Entre os seus fans era conhecido pelo “Rei de Vila Real”, fruto das suas inúmeras vitórias (5) no Circuito daquela cidade transmontana: em 1932 com um Invicta S-Type, onde curiosamente o seu irmão Gaspar terminou em 2º com um Ford A; em 1933, 1936, 1937 e 1938 ao volante de um Alfa Romeo 8C 2300 Monza, um automóvel de que Sameiro acompanhava o desenvolvimento ao proceder a vários ensaios em Itália.
Em 1953 a mudança para a Ferrari veio realçar a sua competitividade,. Primeiro com o 735S e posteriormente com o 750 MONZA trouxeram-lhe inúmeras vitórias nacionais e internacionais
No V Grande Prémio de Portugal disputado a 26 de Junho de 1955 no Circuito da Boavista. durante os treinos, após um acerto, Vasco Sameiro teve um acidente a alta velocidade que resultou no corte em dois do Ferrari 750 Monza. É hospitalizado com graves lesões que o obrigaram a uma longa convalescença e que lhe deixariam marcas para o resto da vida.
Aos 52 anos de idade Vasco Sameiro interrompe em definitivo a sua carreira desportiva, onde sempre demonstrou um enorme virtuosismo e coragem, e de que resultou num palmarés invejável.
Tal como o seu irmão Roberto, Vasco Sameiro era também um entusiasta da aviação, actividade que praticava em Braga, no aeródromo local e que ajudou a criar.
Em 1990 inaugura em Braga o autódromo que ostenta o seu nome numa merecida homenagem que a região lhe prestou..
Vasco Sameiro, faleceu a 27 de Junho de 2001 com 95 anos de idade.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

As nossas condolências a Susana, Inês e João

PIRES, António Alberto


nascido a 13 de Junho de 1954 em Malhadas, concelho de Miranda do Douro. Inicia os estudos em Miranda do Douro, 1.° e 2.°. ciclos, no Liceu de Bragança faz o 3.° ciclo e conclui o Secundário no Liceu Garcia de Horta no Porto. Aos 18 anos ingressa na Academia Militar. N.° 1 do seu curso, foi por quatro vezes galardoado pelo Presidente da República com o prémio de aptidão física. Em 1976 abandona a carreira militar e transfere se para o Porto onde em 1978, na FEUP se Licencia em Engenharia Civil, nas especialidades de Estruturas e Hidráulica: A sua condição militar obriga o a emigrar, tendo iniciado a sua carreira de engenheiro na Venezuela, na construção de Pontes, no ano de 1978, e daí regressando em finais de 1979 para cumprir o Serviço Militar Obrigatório. Findo aquele, integra os quadros de um destacado gabinete de engenharia, a Tecnopor, onde se manteve durante sete anos. Aí participou na Gestão/Coordenação/ Fiscalização e Direcção de Construção de projectos de grande complexidade e dimensão. dos quais se destaca como responsável. 2 unidades hoteleiras, 2 complexos desportivos. urbanização de 750 habitações, a Universidade Católica do Porto, complexo oficinal da CP no Norte, uma unidade industrial, etc. Em 1989 integra, a convite, os quadros da Sogrape, onde dirige durante 5 anos a estrutura imobiliária que ajudou a criar. Aí desenvolve intensa actividade, de novo em complexos projectos nas áreas imobiliária e industrial, com especial realce para um edifício "inteligente" de 50 habitações e uma unidade industrial, ambos com "tecnologia de ponta". Em 1994 éconvidado a integrar a recém formada empresa Metro do Porto, que ajudou a instalar e a estruturar. É no Metro do Porto que atinge o auge da sua carreira, com elevada realização pessoal e profissional, no desempenho de cargos de grande responsabilidade, num projecto de dimensão e complexidade inusuais à escala nacional (1.250 milhões de euros), e considerado como o maior projecto de metro ligeiro, concursado de uma só vez a nível mundial. Como projecto pioneiro no nosso país, foi obrigado a percorrer "meio mundo" para se preparar para tão grande desafio. De início como Assessor do Director Geral, teve a seu cargo a responsabilidade da definição do traçado e estações, e a articulação com as autarquias, além de toda a Área de Civil. Após o lançamento do Concurso Internacional e sua adjudicação, é nomeado Gestor do Projecto e desde 2001 o Director. Com a recente bem sucedida entrada em funcionamento de um pequeno troço, aguarda, com expectativa, a concretização de um sonho no qual tudo apostou, o início de exploração da la. linha do Metro do Porto! É actualmente o elemento mais antigo da empresa.
Domingos Raposo
In iii volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses,
coordenado por Barroso da Fonte, 656 páginas, Capa dura.

Como é possivel uma única foto dar direito a dizer que o 1º equipamento do Braqa era verde e branco, ás tantas o Algés é que era dessa cor.

O Barros Pereira até se enganou na data do jogo, diz que foi em 1920, quando foi em Abril de 1921. Mas, ao dizer que é de 1920, aonde fica a data da fundação de 1921, que ele batizou o Clube a 19 de Janeiro

terça-feira, 17 de abril de 2012

O Prof. Marcelo também diz umas asneiras sobre a história do SCB, in TVI no passado domingo.

Em 1924, seria este o equipamento oficial do Braga. Esta revista era dirigida pelo insuspeito Celestino Lobo em 1924.
Nas próximas horas vamos editar material verídico, não como aquelas tangas que existiam até aparecer este blog do "consta-se que". Esses dados vão versar sobre a evolução dos equipamentos e provar que o Ilustre Celestino Lobo em Janeiro de 1921 não podia pertencer aos quadros directivos do Sp. Braga. Do que por aí se fala a única verdade sobre esta ilustre personagem é que foi fundador em 1922 da A.F.B., ano em que também aparece a dirigente do SCB em 1921 a 6 de Janeiro foi eleito dirigente do Braga Sport Club