segunda-feira, 8 de julho de 2013

sábado, 6 de julho de 2013

Braga Semanario, edição de 5 de JUlho


“Putrefacto és tu, pá!”
 
Boaventura de Sousa Santos afirmou que tem a “impressão” de que “enquanto não acabarem as jotas
não há democracia em Portugal”.

Falando sobre a “degradação da classe política” o director do Centro de Estudos Sociais e coordenador científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa, foi ainda mais longe ao explicar que as juventudes partidárias do arco da governação são “uma forma de socializar políticas desde uma idade muito tenra” e lamentou que Portugal tenha “uma situação em que chegam à cúpula dos partidos pessoas que não conhecem a realidade”.

A posição de Boaventura Sousa Santos colhe um amplo consenso numa sociedade habituada a contemplar o carreirismo político-partidário de "boys and girls", geralmente divorciados do contacto com o mundo real.

Bruno Silva

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História de um povo revoltado
 
As recentes manifestações no Brasil revelam um povo revoltado com as políticas governamentais e,
num ápice, as vozes pacíficas que reclamam melhor saúde, mais educação, mais apoios sociais e que, no seu todo, denunciam a corrupção que assola aquele país irmão, transformam-se em tumultos que fazem manchetes nos principais jornais internacionais e directos de horas a fio com os desacatos entre manifestantes e forças de segurança.

Ricardo Vasconcelos

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Expedições - Nosso destino de hoje: O Santuário do Bom Jesus do Monte em Braga

Impossível não pensar num paralelo que há entre o Bom Jesus do Monte, em Braga, Portugal e o
Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Brasil. Nossa versão cabocla teria se inspirado não só naquele conceito de “sacromonte”, algo assim como um jardim religioso feito numa colina que desce com uma cascata de escadas que contariam também os passos da Paixão através de capelas dispersas como também no tocante ao estatuário religioso que vai compondo uma linguagem visual iniciática, bíblica, paisagística e evangelizadora na sua totalidade.A maior diferença é que as estátuas projetadas por André Soares em Braga dispersam-se enquanto as de Aleijadinho em Congonhas concentram-se. De resto nestes nichos a arte sacra minhota e a mineira se convergem mesmo num interessante “in loco parentis”, são simbióticas.

Lúcio Marques

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Castro Galaico Festival de Nogueiró



É já no próximo dia 11 de Julho que tem início a 4ª edição do Castro Galaico Festival de Nogueiró. Criado em 2010 com o objetivo de proporcionar a Braga e à sua população um evento alternativo aos festivais de Verão, divulgando a música de raízes populares que tanto diz ao nosso povo, o Castro Galaico tem-se imposto ano após ano, sendo já um festival que extravasou as fronteiras de Braga e acolhe espectadores, cada vez em maior número de Portugal inteiro e da Galiza.

João Tinoco

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Submarino atinge porta-aviões
 
Enquanto a justiça em Portugal continuar a proteger os autarcas, administradores públicos e políticos
em geral, a democracia entra numa escalada de ruturas e fortes buracos na sua estrutura, com temos vindo a assistir ao longo dos últimos anos.
A sede intensa de chegar ao poder “custe o que custar”, tem também um reflexo nos nossos atuais políticos, que nunca souberam fazer outra coisa, que não andar “colados” aos chefes do partido ou aos candidatos a qualquer cargo político em Portugal, de forma a aproveitar um percurso de vida estável e com evidência social.

José Manuel Pereira

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Noticia da Semana
Espólio ímpar retrata história

das Festas de S. João de Braga

Quem não teve oportunidade de visitar a exposição das Festas de S. João que esteve patente no Posto de Turismo de Braga entre 14 e 25 de Junho poderá fazê-lo agora num dos seguintes locais: 1- Café do Duarte; 2- Mini Sport; 3 - Bar do João; 4 - 053; 5 - Restaurante Brac; 6 - Café Beijo Frio.
 

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Foto da Semana

Pinheiro Azul - Dadim - Nogueiró.
O "último " Paraíso de Braga

domingo, 30 de junho de 2013

O S. João de Braga, por Constantino Braga


Constantino Braga

São João de Braga - Um Segredo Bem Guardado Que Chegou A Hora De Revelar


Caros amigos

Envio-lhe dois endereços eletrónicos de duas preciosidades que ajudam decisivamente a tornar o São João de Braga numa festa única no mundo.

Constantino Braga




Dança do Rei David

http://www.youtube.com/watch?v=KsWkz9KI0Hw

Carro dos Pastores



O texto que se segue é retirado da wikipedia:

O São João de Braga é uma festa popular, que tem lugar no mês de Junho em Braga, Portugal, que celebra o nascimento de São João Batista. O culminar da festa é na noite de 23 para 24 de Junho.
A origem do São João de Braga é difícil de determinar, existindo referências a celebrações religiosas no século XII, estando documentada a organização municipal das mesmas desde 1517 (século XVI).
Existe uma igreja paroquial dedicada a São João, desde o século XII, e uma capela (da Ponte) desde 1616.
Ao longo do século XVI o São João já fazia parte das celebrações estatutárias da cidade, detendo até um estandarte oficial. Por este tempo, temos conhecimento da existência de algumas tradições. Uma delas é o Candeleiro, em que uma vela votiva era transportada pelas ruas da cidade. Associada a esta antiga usança estavam outras tradições como a dança das pélas (as padeiras da cidade, transportadas aos ombros, executavam uma coreografia); os espingardeiros, que deveriam disparar para o ar durante o percurso; e, ainda, uma dança de espadas, espécie de pauliteiros que deveriam secundar o Candeleiro. A corrida do porco preto era outra das grandes tradições sanjoaninas. Um porco era soltado do Picoto, e perseguido até às margens do rio Este, onde se encontrava, sobre a ponte, um grupo de moleiros que tentavam impedir a passagem do animal. Se o porco resolvesse atravessar o rio era pertença dos moleiros, se conseguisse atravessar a ponte ficava a pertencer aos cavaleiros. Outra das tradições associadas ao São João era a serpe, símbolo do pecado que se insinua aos humanos, e restituída às festas no Encontro de Gigantones e Cabeçudos.
Pelo relato de um monge francês, que passou o dia de São João em Braga no ano de 1699, sabemos ao pormenor como seria a Procissão dos Santos do Mês de Junho, que ainda hoje se faz na tarde do dia 24. Antes da reforma litúrgica que ocorreu poucos anos depois deste relato, não faltavam danças e lutas durante o percurso, assemelhando-se mais a um corso carnavalesco do que a um cortejo religioso. A procissão vai ser reformulada com manifestações de teatro sacro. A “Relação do Festivo Aplauso”, documento que descreve a do ano de 1754, fala-nos já de uma exibição similar ao carro dos pastores, onde figuravam seis carros relativos a algumas passagens da vida de São João Batista. Nesta descrição é referido que Braga era «sempre a primeira (cidade) nos cultos do mesmo Santo», o que atesta que estas festas teriam uma dimensão significativa.
A dança do Rei David e o Carro dos Pastores continuam a ser o momento de maior originalidade das festas. São acompanhados pelo Carro das Ervas, uma memória das procissões medievais que exigiam este tipo de carros de cheiro, vai abrindo o cortejo “despejando”, pelas ruas, as ervas para perfumar as ruas. A dança do Rei David, reformulada no século XIX, deriva provavelmente da Mourisca, uma dança associada à procissão do Corpo de Deus.
Outra das tradições dos festejos é os quadros bíblicos representados no rio Este, que têm origem no século XIX. De um lado da ponte está a representação do baptismo de Cristo, e do outro um gigantesco S. Cristóvão.

Um dos pontos centrais do festejo é em torno da Capela de S. João da Ponte, edificada no século XVI a mando de D. Diogo de Sousa. Apesar dos mais antigos documentos datarem do século XIV é provável que estes festejos tenham origem prévia.
A cidade é extensamente decorada, desde as mais importantes ruas do centro histórico, passando pela principal artéria da cidade, a Avenida da Liberdade, e culminando no parque da Ponte.
Na noite de S. João milhares de pessoas ocupam as ruas da cidade com martelinhos e o alho porro. O rio Este, qunado cruzado pela Avenida da Liberdade, serve de palco a tradicionais quadros bíblicos referentes a São João Batista. De um dos lados da ponte está representado o baptismo de Cristo e do outro lado S. Cristóvão, com o menino Jesus aos ombros, sobre as águas do Este.
Na cultura popular abundam canticos referentes ao festejo:
Ó meu S.João da Ponte
A vossa Capela cheira
Cheira a cravo, cheira à rosa
Cheira à flor da Laranjeira
S.João vem cá abaixo
Que tu chegas cá num ai
No céu nem fazes ideia
Do que cá por Braga vai

Braga Semanário - Edição de 28 de Junho



Empresa aérea brasileira negoceia com apoio do governo brasileiro a
compra da TAP

 
Se o que acabo de ler for verdade periga o céu português de se tornar só Azul, pois ao que diz-se essa empresa aérea brasileira negocia com apoio do governo brasileiro a compra da TAP. E lá se iriam embora os arrebóis rubros das serras verdes de Sintra tingidos pela passagem das aeronaves que carregam as vossas cores nacionais a serem substituídos por um azul contenedor, oportunista. A fórmula em geral é essa: compra-se, demiti-se, terceiriza-se com salários ínfimos, e assim famílias e mais famílias só terão as caravelas e a saudade como herança dos tempos de navegação de um país que a inventou. Outro governo que tivemos guilhotinou a nossa VARIG, a minha VARIG onde comecei no sidos dos 70 a minha vida profissional, aquela que me deu asas ao navegador poeta e que me levava num ir-e-vir à Portela de Sacavém ou ao Pedras Rubras e mais tarde o faria a TAP. Espaço perfeito entre Brasil e Portugal onde eu me punha a cruzar o Atlântico e a mim mesmo em um mundo de descobertas. Se ao menos o Brasil adquirisse a TAP e logo a devolvesse perdoando a dívida como o faz em Angola já seria um resgate parcial da divida que temos para convosco pela dimensão deste país, pela colônia que se tornou um império mútuo, enfim....Mas duvido que seja uma solidariedade lusofônica em jogo, a TAP como o povo português espalhou-se pelo mundo e tem rotas que a ineficiência governamental brasileira dantanho desmantelou deixando-nos à mercê de um universo aéreo exíguo e de um transporte aéreo sem qualidade.

Lucio Marques

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Algumas conclusões a que cheguei vendo Portugal do lado de
fora

 
Um jovem de 18 anos recebe 200€ do Estado para não trabalhar; Um idoso recebe de reforma 236€ depois de toda uma vida do trabalho.
Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.
O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.
Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2000 habitantes; O Governo diz que não precisa de mais polícias.
Um professor leva uma coça de um aluno e o Governo diz que a culpa é das causas sociais.

Ricardo Freitas

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Os partidos políticos e a democracia – Portugal e o seu exemplo
para o mundo

 
O título, para muitos e à primeira vista, pode parecer quase um insulto. É natural. Nos últimos anos – por razões que não são necessárias explanar – os partidos políticos têm sido o alvo preferencial das reacções provenientes do descontentamento da população. E é compreensível: em democracia, são estes o verdadeiro motor do próprio sistema político (um exemplo: há poucos dias, ouvi um amigo dizer que, nos estados-membros da União Europeia, apenas quatro por cento da população estava ligada a um partido, o que, consequentemente, fazia desta pequena franja o verdadeiro decisor político europeu e nacional em cada estado-membro, porquanto partem das bases dos partidos aqueles que hão-de ser apresentados a votos e de ser eleitos) e é neles que a população revê os logros do seu desenvolvimento.

Ora, se é verdade o que acaba de ser dito, também é verdade que os factos, hoje, parecem querer contradizer esta realidade: a força do indivíduo enquanto decisor político parece estar a aumentar com uma força outrora impensável, num fenómeno que se repercute nos quatro cantos do mundo e em realidades completamente distintas.

João Barros Rodrigues

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O Porco Preto e a Bandeira de Braga nas primeiras Festas de S.
João (1583)

 
As festas de S. João, que se realizam em vários pontos do país são, também para Braga, um dos momentos mais altos e esperados por todo o concelho e até mesmo por esta região. São várias as pessoas que, ao longo de todo o ano, vão utilizando muito do seu tempo a preparar e a colaborar na realização destas festas populares. A par do forte empenho das pessoas, há a destacar as consideráveis verbas que são aplicadas.

Não é fácil saber-se qual o ano em que se realizaram em Braga as primeiras festas de S. João. Presume-se que, há séculos atrás, estas festas se fossem realizando de modo singular e pouco participativo, para aos poucos irem ganhando cada vez mais notoriedade e adesão popular.

Não sendo, por ora, possível saber o ano exacto em que as primeiras manifestações a S. João se realizaram em Braga, sabe-se, no entanto, que ocorreram há, pelo menos, bem mais de 423 anos e tinham o seu epicentro na veneração que davam à bandeira da cidade de Braga e ainda numa festa em torno de um porco preto. Isto tendo por base um programa de festas de S. João, elaborado pela Câmara Municipal de Braga, no dia 18 de Junho do longínquo ano de 1583, e que o jornal “Correio do Minho” publicou numa das suas primeiras edições, precisamente no dia 24 de Junho de 1927.

Joaquim da Silva Gomes

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São João, esse santo esquecido…
 
Aconteceram em Braga, de 14 a 24 de junho de 2013, as festas populares do S. João. Quer se goste
ou não de santos e festas populares, o São João, em Braga, constituiu um cartaz turístico por excelência para a nossa cidade. Quer a nível comercial, quer a nível turístico, quer a nível de preservação das nossas tradições populares que tão bem nos caracteriza. Um povo sem cultura e sem memória não existe. Infelizmente, o São João de Braga continua teimosamente a ser ignorado pela comunicação social nacional de referência. Já não falo das TV’s comerciais, mas da nossa querida RTP para quem “as gentes da província” apenas servem para pagar a famigerada taxazinha do audiovisual e gerar desta forma alguns milhões de euros anuais para os cofres da Televisão Pública de Portugal.

Jorge Paraíso

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"O Busílis"
 
Temos assistido, nos últimos dias, a uma polémica sobre a grafia da palavra Jeira/Geira. Após lermos
os argumentos induzidos pelos autores contra a escrita de “Geira” com “G”, defendendo a grafia com “J”, importa referir alguns aspectos da identidade do projecto, concretizado pelo Município de Terras de Bouro, que deu origem à valorização da antiga via romana e do qual se construiu um núcleo museológico:
O BUSÍLIS :
Habitualmente escrita com “J”, jeira reporta-se ao preço do trabalho diário de uma junta de bois e do seu condutor, bem como pode referir-se ao antigo foro que consistia em serviço obrigatório de lavoura.
Ao longo dos tempos, a população que era chamada a dar serviço para efectuar a manutenção dos caminhos e passagens habituou-se a “dar a jorna” ou a ser paga “à jeira” (equivalente a um dia de trabalho).
A palavra que latina que está na sua génese é iugerum, uma unidade de medida do tempo dos romanos, equivalente a 2520 metros quadrados.
Jeira, além das referências supracitadas, foi comummente aceite quando a população se referia a caminhos, especialmente aos romanos, desde longa data utilizados. É, por isso, normal, que se use essa designação para se referirem, por exemplo, a outras vias tais como à Via XVII e à Via XIX, dado que muitas pessoas ainda utilizam a referência à “Imperial Estrada da Jeira”, sem concretizar a qual se refere.

Ricardo Silva

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Noticias
S. Victor: Candidato do PS quer fazer pontes com os estudantes da UMinho
O candidato do Partido Socialista à Junta de Freguesia de São Victor reuniu, quarta-feira, com o presidente da Associação Académica da Universidade do Minho. Ricardo Vasconcelos deu a conhecer a Carlos Videira alguns dos projectos da sua candidatura, algo que, nesta altura, está em fase de análise.

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Foto da Semana

Restaurante Adiafa de Santarem. Verdadeiro templo da gastronomia Ribatejana.
Os amigos do Braga Semanario têm direito a tratamento VIP pelo “Chef” Aires.
 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

sábado, 22 de junho de 2013

Braga Semanário - Edição de 21 de Junho


Expedições - Nosso destino de hoje: O Santuário do Sameiro
 
Nossa fé origina-se vernacularmente do vocábulo latino “fides” a significar crença, confiança, um
sentimento de total credibilidade em alguém ou em alguma coisa. No que diz respeito à religião o conceito amplia-se, pois ainda que não se possa assegurar nenhuma certeza de resultados no “modus operandi” divino posto que sua vontade será por vezes distinta ás intenções , essas já antecipam em si um propósito de fé que se manifestam seja pelas vias da adoração ou até muito mais pelas súplicas. Há que se depositar confiança no que é invocado, o que convenhamos: isso é justamente o oposto da dúvida. No mais é como dizia a canção: “Andar com fé eu vou que a fé não costuma falhar...”

Lucio Marques

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Portugueses de Primeira e de Segunda
 
Que o subsídio de férias seja justo ou injusto, não importa para o caso pois irei centrar-me na
verdadeira injustiça:o pagamento dos ditos subsídios por parte de algumas autarquias contra a vontade do governo, como se de repente se auto-proclamasse por parte das autarquías, haver portugueses de primeira, os que recebem os subsídios, e os portugueses de segunda que são os que nao sabem se irão recebê-los.

Haverá ainda uma terceira classe, a dos privados, que há anos nao sabem o que é isso dos subsídios. Nao obstante, pagam impostos para os outros receberem-no. E aínda são obrigados a ser vítimas de greves, ficam sem transportes, sem professores, sem serviços públicos porque sao obrigados à força a estarem solidários com algo que eles próprios nao recebem.

Ricardo Freitas

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Programas para as pessoas
 
Num tempo em que muitas pessoas deste País estão a trabalhar, com engenho e arte, afinco e
inteligência, nos programas autárquicos para as próximas eleições, penso que devem ser tidos em conta todos os aspectos que digam respeito à vida dos mais frágeis.

Ricardo Vasconcelos

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Um Cónego.Uma Estátua.Uma Polémica.
 
Repentinamente vindo de um limbo temporal reapareceu uma da figuras que tutelou a cidade de
Braga a seguir ao 25 de Abril.
Regressou não se sabe se do Inferno, se do Purgatório... se terá sido do Céu!!!
Eduardo Melo, conhecido por Cónego Melo... ressuscitou.Não deixa de ser mais um momento iconográfico da Igreja Católica.
Ressuscitou na polémica... querem fazê-lo ressuscitar numa estátua. Será a Iconografia perfeita para a sua virtuosa vida, quem sabe o prenúncio da sua beatificação... talvez no futuro seja santificado...
santo Eduardo... não me soa bem, até por respeito ao meu Pai que se chamava Eduardo.

Luis Freire de Andrade

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Efemérides Centenárias

Principais acontecimentos de 1913, relacionados com a cidade e com as Festas Joaninas
 
–Anuncio da Electrificação dos Transportes Urbanos
 
–Anuncio da construção do Lago do Parque da Ponte
–Anuncio da construção do novo mercado na Praça do Município

Evandro Lopes

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Farinha do mesmo saco
 
Depois de uma curta leitura sobre os programas dos maiores candidatos à presidência da autarquia de
Braga, constato sem qualquer preconceito, o conjunto de vícios existentes entre a classe politica, habituada aos convites análogos de quatro em quatro anos com a presença inequívoca dos amigos militantes e companheiros nas oportunidades de fomentar a visibilidade publica em troca de popularidade eleitoralista tão próximo quanto possível das eleições a que se candidatam, pois o futuro sem qualquer alicerce profissional tende a esgotar-se e ficarem sem o habitual pelouro. São sempre o mesmo conjunto de candidatos que demonstraram em todos os seus mandatos uma total e clara inoperância, demonstrando uma enorme incapacidade e inteligência inócua e um crescente comodismo na vida politica, social, desportiva e financeira da cidade de braga.

Jose Manuel Pereira

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Espólio ímpar retrata história das Festas de S. João
 
“Um espólio único”. Foi desta forma que Vítor Sousa, presidente da Associação de Festas de S. João
caracterizou a exposição ontem inaugurada no Posto de Turismo, intitulada ‘As origens do S. João de Braga, de 1150 a 1977’, da autoria de Evandro Lopes, inventariador e investigador.

Evandro Lopes




Foto da Semana

Jardim dos Bravos