quarta-feira, 26 de junho de 2013

sábado, 22 de junho de 2013

Braga Semanário - Edição de 21 de Junho


Expedições - Nosso destino de hoje: O Santuário do Sameiro
 
Nossa fé origina-se vernacularmente do vocábulo latino “fides” a significar crença, confiança, um
sentimento de total credibilidade em alguém ou em alguma coisa. No que diz respeito à religião o conceito amplia-se, pois ainda que não se possa assegurar nenhuma certeza de resultados no “modus operandi” divino posto que sua vontade será por vezes distinta ás intenções , essas já antecipam em si um propósito de fé que se manifestam seja pelas vias da adoração ou até muito mais pelas súplicas. Há que se depositar confiança no que é invocado, o que convenhamos: isso é justamente o oposto da dúvida. No mais é como dizia a canção: “Andar com fé eu vou que a fé não costuma falhar...”

Lucio Marques

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Portugueses de Primeira e de Segunda
 
Que o subsídio de férias seja justo ou injusto, não importa para o caso pois irei centrar-me na
verdadeira injustiça:o pagamento dos ditos subsídios por parte de algumas autarquias contra a vontade do governo, como se de repente se auto-proclamasse por parte das autarquías, haver portugueses de primeira, os que recebem os subsídios, e os portugueses de segunda que são os que nao sabem se irão recebê-los.

Haverá ainda uma terceira classe, a dos privados, que há anos nao sabem o que é isso dos subsídios. Nao obstante, pagam impostos para os outros receberem-no. E aínda são obrigados a ser vítimas de greves, ficam sem transportes, sem professores, sem serviços públicos porque sao obrigados à força a estarem solidários com algo que eles próprios nao recebem.

Ricardo Freitas

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Programas para as pessoas
 
Num tempo em que muitas pessoas deste País estão a trabalhar, com engenho e arte, afinco e
inteligência, nos programas autárquicos para as próximas eleições, penso que devem ser tidos em conta todos os aspectos que digam respeito à vida dos mais frágeis.

Ricardo Vasconcelos

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Um Cónego.Uma Estátua.Uma Polémica.
 
Repentinamente vindo de um limbo temporal reapareceu uma da figuras que tutelou a cidade de
Braga a seguir ao 25 de Abril.
Regressou não se sabe se do Inferno, se do Purgatório... se terá sido do Céu!!!
Eduardo Melo, conhecido por Cónego Melo... ressuscitou.Não deixa de ser mais um momento iconográfico da Igreja Católica.
Ressuscitou na polémica... querem fazê-lo ressuscitar numa estátua. Será a Iconografia perfeita para a sua virtuosa vida, quem sabe o prenúncio da sua beatificação... talvez no futuro seja santificado...
santo Eduardo... não me soa bem, até por respeito ao meu Pai que se chamava Eduardo.

Luis Freire de Andrade

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Efemérides Centenárias

Principais acontecimentos de 1913, relacionados com a cidade e com as Festas Joaninas
 
–Anuncio da Electrificação dos Transportes Urbanos
 
–Anuncio da construção do Lago do Parque da Ponte
–Anuncio da construção do novo mercado na Praça do Município

Evandro Lopes

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Farinha do mesmo saco
 
Depois de uma curta leitura sobre os programas dos maiores candidatos à presidência da autarquia de
Braga, constato sem qualquer preconceito, o conjunto de vícios existentes entre a classe politica, habituada aos convites análogos de quatro em quatro anos com a presença inequívoca dos amigos militantes e companheiros nas oportunidades de fomentar a visibilidade publica em troca de popularidade eleitoralista tão próximo quanto possível das eleições a que se candidatam, pois o futuro sem qualquer alicerce profissional tende a esgotar-se e ficarem sem o habitual pelouro. São sempre o mesmo conjunto de candidatos que demonstraram em todos os seus mandatos uma total e clara inoperância, demonstrando uma enorme incapacidade e inteligência inócua e um crescente comodismo na vida politica, social, desportiva e financeira da cidade de braga.

Jose Manuel Pereira

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Espólio ímpar retrata história das Festas de S. João
 
“Um espólio único”. Foi desta forma que Vítor Sousa, presidente da Associação de Festas de S. João
caracterizou a exposição ontem inaugurada no Posto de Turismo, intitulada ‘As origens do S. João de Braga, de 1150 a 1977’, da autoria de Evandro Lopes, inventariador e investigador.

Evandro Lopes




Foto da Semana

Jardim dos Bravos

domingo, 16 de junho de 2013

Braga Semanário - Edição de 14 de Junho


Expedições - Nosso destino de hoje: Braga


Meu primeiro contato com Braga se fez através de Sara, lusitana que viera ainda infante para o Brasil
. Ela não tinha sotaque, no entanto o seu perfil marrano era tão acentuado que me era impossível olhá-la sem ver a dois menorás crepitantes naqueles olhos negros luzidios emoldurando a sua tez morena. E se eu lhe dizia isso ela num dissimulado muxoxo advertia-me: “Pois, sou uma Ferreira, tal como tu!”. Com sotaque nesse caso arremetia-me à nossa raiz comum , era uma advertência fraterna. Ela era de Braga para onde voltava sempre, de certa vez trouxe-me um Porto, Ferreira era também o vinho.

Isso de escarafunchar-se as origens genealógicas em Portugal hoje é comum, um objeto de curiosidade e não traz mais em si nenhum estigma ao curioso, as pessoas todas ficam orgulhosas de mapearem o seu DNA seja este mouro, judaico, viking, gaulês, ou o que for.

Descobrem-se mapeando uma rota de antepassados heróicos, nobres, ladrões, bruxas, inquisidores, covardes, anônimos insignificantes, vale é a busca da raiz arbórea do individuo.

Lucio Marques

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Notas soltas desde a Polónia


 
Quis o destino que a minha paragem actual para prospecção de novas oportunidades de negócio fosse a Polónia. Novas, porque, felizmente, este país de leste já há algum tempo que se assume como um dos principais mercados de exportação dos produtos da empresa 100% portuguesa que represento. Assim, as semanas anteriores foram de preparação e planeamento, com análise de perfis de potenciais clientes, contactos, marcação de reuniões com actuais e potenciais clientes e elaboração de apresentações à medida. A par disto, tive de dar acompanhamento a clientes de outros mercados que visitei anteriormente neste mesmo ano: Espanha, França, Alemanha e Inglaterra.

No Dia de Portugal, menos de uma hora depois de ter aterrado, já estava em ambiente industrial a encontrar uma forma de contribuir para o nosso desgraçado PIB. E ainda há quem barafuste por vir a ter de trabalhar mais uma hora por dia, apenas igualando os serviços minimos daqueles que laboram no sector privado. Bah! E eu que não frequentei o curso de submarinos da Marinha para ter de conduzir debaixo de tanta água com o temporal que se abate por estas bandas há mais de uma semana. Fica a dica para os licenciados na área de Engenharia que não têm oportunidades em Portugal ou não têm meios de se lançar nos seus próprios projectos.

João Lopes

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Programas para as pessoas





Num tempo em que muitas pessoas deste País estão a trabalhar, com engenho e arte, afinco e inteligência, nos programas autárquicos para as próximas eleições, penso que devem ser tidos em conta todos os aspectos que digam respeito à vida dos mais frágeis.

Ricardo Vasconcelos

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O fim do Império de Mesquita



Nos últimos anos, Mesquita Machado, presidente da Câmara Municipal de Braga desde o
Pleistocénico, quiçá contemporâneo do Homo Ergaster, tem-se passeado em Braga com a coroa dos césares, nas bonitas celebrações de Bracara Augusta, a grande cidade do Norte de Portugal fundada por Augusto, de que restam ainda umas tantas ruínas graças ao empenho dos professores de história e arqueologia da Universidade do Minho, numa luta, por vezes inglória, contra os altos interesses imobiliários.

Eugénio Queirós

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O São João de Braga e a entidade regional de


turismo




NJá começaram as Festas de São João de Braga. Tratando-se da terceira cidade do país, pensei que a auto-proclamada entidade de turismo regional estivesse já a dinamizar a promoção de um evento que supostamente apoia, como é passível de ser observado no cartaz dos festejos.

Ora, na página web nada constava e na página do facebook as últimas postagens referiam-se a festas privadas de São João em dois luxuosos hotéis da cidade do Porto... Ou seja, não se promovem os eventos das localidades, mas dá-se particular atenção a estabelecimentos privados de uma das localidades de uma região que engloba 86 municípios!

Rui Ferreira

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Síria



 
O que começou como um movimento de protesto, há muito tempo se tornou numa revolta que redundou numa guerra que arrastou toda a região.

Muitos analistas acreditam que a comunidade internacional pouco pode fazer pouco para influenciar - e muito menos controlar - a situação.

Outros afirmam que, caso a comunidade internacional permaneça nos bastidores, os actores regionais irão lutar entre si para "herdar" a Síria. Estas fontes adiantam, inclusive, que a inação deu rédea solta às forças mais radicais.

E, na esteira dos ataques contra Damasco, aparentemente levados a cabo por aviões israelitas, os críticos argumentam que o presidente sírio, Bashar al-Assad, está agora mais vulnerável do que nunca e que uma intervenção externa poderia ajudar a acabar com o regime.

Para os xiitas sírios, a guerra civil não é simplesmente entre rebeldes contra o governo

Dois anos volvidos desde o início da revolta contra al-Assad, os analistas regionais receiam que a Síria esteja em perigo de se tornar na próxima Somália, país que entrou em colapso há 20 anos e que desde então tem sido perseguido pela anarquia, pelo terrorismo e pela fome.

Contudo, caso este cenário ocorresse na Síria, o resultado seria bem pior.

A multiplicidade étnica e religiosa estende-se para além das fronteiras, em todas as direções.

O conflito na Somália foi, em grande parte, auto-suficiente, já que nunca teve acesso a armas químicas, nem aos mísseis que fazem da Síria um dos arsenais mais movimentadas do mundo.

Bruno Silva

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Espólio ímpar retrata história das Festas de S. João
 
“Um espólio único”. Foi desta forma que Vítor Sousa, presidente da Associação de Festas de S. João
caracterizou a exposição ontem inaugurada no Posto de Turismo, intitulada ‘As origens do S. João de Braga, de 1150 a 1987’, da autoria de Evandro Lopes, inventariador e investigador.

Exposição da História das Festas de S. João em Braga

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Sondagem Junta da Sé+Cividade+Máximinos

Resultados


(10-04-13)
1 António Carneiro 73

2 José do Egipto Silva 53

3 João Pedro Fernandes 34

4 Outros 11

5 António Sousa 10

6 João Seco Magalhães 10

7 Armando Rosas 06

8 Ilídio Sousa 04

8 Luís Gonzaga Macedo 03

10 António Ferreira 01

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O culto do Sto. Antonio em Braga

O culto do Sto. Antonio em Braga, outrora na Capela da Praça do Municipio é hoje feito no Populo, para onde foram a Imagem, Relicário e documentação da Confraria após a demolição da Capela em 1949.
Explicação das imagens: O Culto hoje no Populo, noticia de 1891, a antiga Capela da Pr. do Municipio e noticia de 1911.