sábado, 23 de março de 2013

Edição do Braga SEmanário de 22-03-2013


A Comunicação Social vive tempos de mudança



Em tempos esta atividade foi considerada o 4º poder, era assim visto ser a única forma de o povo poder ter algum controle sobre os outros poderes,os três de facto.

Com o tempo, este 4º poder foi parar ás mãos de meia dúzia, é o Belmiro com o Público, a Sic/Expresso com o Balsemão, a SportTV/Diário de Noticias/Jornal de Noticias/ O Jogo com o Oliveirinha, O Correio da Manhã/Record/CM TV já não sei bem de quem é, a TVI e não sei que mais do Pais do Amaral, etc. De 4º poder deve ter passado a ante-câmara do primeiro. Acontece que o tempo e este ninguém controla, tratou de criar uma verdeira “democrácia” dos media, ou seja a NET. Agora qualquer cidadão tem direito (é necessário também ter unhas) a ter seu orgão de comunicação social. É o que vai acontecendo, claro que alguns só têm um leitor, mas outros há que vão começando ter grandes audiências. É o que sucede com um Blog cá do Burgo, a quem estamos muito reconhecidos pela divulgação que tem feito do Braga Semanário. Está na cara que é o www.farricocoiii.blogspot.com, parta ilustrar o que atrás fica dito, aqui fica uma cronica editada hoje por aquelas paragens e assinada por um por um famoso cronista que dá pelo nome de Repórter Xis.

Evandro Lopes

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È bom viver em Braga



A concessão da exploração dos parquímetros a privados foi a última, embora talvez ainda não a derradeira, patifaria perpetrada por Mesquita Machado contra a cidade e os cidadãos de Braga. O direito privado à cobrança de portagens, como esta do estacionamento, radica no direito feudal da Idade Média. A concessão do presidente da câmara à Britalar da captura do espaço público, por quinze anos, reedita o expediente senhorial que nos faz recuar à idade das trevas.

Custódio Braga

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Bairro das Andorinhas: uma referência em termos sociais



Nestes últimos anos a cidade de Braga cresceu e trouxe, inquestionavelmente benefícios para a sua população. O leque de serviços à disposição dos bracarenses aumentou. O comércio cresceu, o nível de vida dos seus habitantes melhorou. Contudo, o crescimento das cidades de média dimensão como Braga acarreta alguns problemas inerentes a este tipo de situação. A população residente aumenta e aumenta também a necessidade de as acomodar, nem sempre da melhor forma. No entanto, quando o actual executivo camarário criou o Bairro das Andorinhas no longínquo ano de 1983, constituído por 33 prédios de cerca de 2000 moradores, estava-se longe de pensar que este mesmo bairro iria ser uma referência em termos sociais.

J. Paraíso

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Pai ou parteiro de uns, padrasto de outros, mas mais um coveiro de todos nós



Antes de mais devo confessar a alteração do assunto para a presente crónica. Alterei, devido a uma reportagem transmitida por uma estação de rádio, hoje, 21 de Março, pouco depois das 8h, a anunciar os 20 anos da abertura do Centro Cultural de Belém.

João Lopes

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Pai

Sou eu e és tu

E aqueles que já partiram

E ficaram em corações desfalecidos

Empobrecidos

Desarmados

Pai

Ainda te vejo, te sinto

Filho, pouco te toco

Relação estranha que se entranha

E, contudo, toco-te

E tocas-me

E ambos sabemos isso

E estamos sempre juntos, sem dúvida

Para além das incertezas

Às vezes com arremedos sem sentido de distâncias

Marcas, será?, de outros tempos

Em que pai era outra coisa que outras vidas nos impunham

E, contudo, somos

Gabriel Machado

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A Capela de S. Sebastião das Carvalheiras



S. Sebastião das Carvalheiras é um templo religioso, situado no alto da Colina da Cividade de Braga. A sua arquitectura original não passa despercebida a quem passa pelo Largo Paulo Orósio.

A actual Capela, reconstruída no século XVIII, tem a sua origem num templo anterior, cuja morfologia estava invertida, facto que sabemos pela análise do Mapa de Braun, datado de 1594.

Este tempo, refundado sob a égide do arcebispo D. Rodrigo Moura Telles, tem uma forma octogonal, em estilo barroco, com a torre sineira nas traseiras, seguindo a tradição bracarense.

Os azulejos que revestem o interior da capela são painéis alusivos ao martírio de S. Sebastião, formando um fantástico património azulejar. Também nesta Capela existe o rolo de cera, com o comprimento das muralhas medievais de Braga, que era acesso para proteger a cidade das pestes, guerras e fomes.

Ricardo Silva

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O que está por detrás das Praxes?

O que significam e o que escondem?



No dicionário Priberam da Língua Portuguesa praxe académica significa, "conjunto de regras e costumes que governam as relações académicas numa universidade baseadas numa relação hierárquica. "



Na realidade, a praxe académica significa algo de retrógrado, baseado no que existiu e se quer perpetuar para preservar os estatutos sociais e as estruturas de poder, promovendo a substituição dos que o detêm de uma forma sistematizada, sem causar rupturas no que está estabelecido.

"Praxe é um conjunto de práticas, que alegadamente, visa a recepcção e integração de novos estudantes nas instituições de ensino superior em que ingressam.

Luis F. Andrade

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Sondagem:



Sondagem Junta da Sé+Cividade+Máximinos

Resultados

(21-03-13)



1 António Carneiro 57

2 José do Egipto Silva 50

3 João Pedro Fernandes 16

4 António Sousa 10

5 Outros 07

6 João Seco Magalhães 06

7 Armando Rosas 03

8 Ilídio Sousa 03

8 Luís Gonzaga Macedo 02

10 António Ferreira 01

terça-feira, 19 de março de 2013

Sondagem para a Freguesia de S. Vitor


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obs: Neste momento o nosso sistema do Facebook não permite colocar outra sondagem

Pergunta: Quem gostaria de ver a presidente em Outubro:


Independentes

Mário Lima
Comerciante







Jorge Paraíso
Funcionário da administração pública








José Luis Lopes
Fisioterpêuta








Partidários:

António Almeida
PS




Firmino Marques
PSD



João Bacharel
Bloco

segunda-feira, 18 de março de 2013

Procissão dos Passos em Braga


Sondagem para a Freguesia de S. João do Souto + S. lázaro

Obs: Neste momento o nosso sistema do Facebook não permite colocar outra sondagem


Pergunta: Quem gostaria de ver a presidente em Outubro:








Indepente:

Catarina Basso












Jorge Dias
















Ricardo Silva









Sérgio Barreiro













Paridários:




José Ferreira







José Gomes











Rodrigues Dias










João Pires

domingo, 17 de março de 2013

BRaga Semanario, edição de 15-03-2013


 
 
Deixem a vossa mensagem no voice mail



As eleições autárquicas que se avizinham, constituem um marco fulcral para o futuro do país.

Chegado é o momento de materializar o descontentamento que tem levado às ruas milhares de cidadãos, vítimas de uma política criminosa, cujo único escopo visa a satisfação de um sistema financeiro agiota, caso contrário continuaremos a perpassar uma imagem de povo inconsequente e alienado.

Em Braga, o acto eleitoral reveste-se de uma dupla importância, afigurando-se no horizonte o fim de um regime absolutista alicerçado numa agremiação incrustada de interesses particulares.

As candidaturas do bloco central, encimadas por Vítor Sousa e Ricardo Rio, tentam desesperadamente impor agendas pretensamente díspares, pese embora a miscigenação de ideias e políticas ancoradas em acções conjuntas.

Bruno Silva

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Fazer uma ponte entre as duas "Bragas"



Para o filósofo Platão a humanidade estava inserida entre dois

mundos distintos, o mundo das ideias e o mundo real, daquilo

que vemos e ao qual estamos presos. Aquilo que ambicionamos

é chegar ao mundo inteligível, onde tudo se pode contemplar na

máxima perfeição. Até lá ficamos reduzidos à matéria, que nos

corrompe e altera a percepção da realidade.

Uma metáfora interessante para comentar o frágil elo de ligação

entre duas cidades muito distintas, o mesmo que observamos

na foto acima exposta. Trata-se da passagem superior para peões

estrategicamente colocada a ligar a rua Nova de Santa Cruz e a rua D. Pedro V.

Rui Ferreira

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O S. João em Braga



O S. João em Braga é o título da reportagem que segue, por ordem cronológica, as imagens publicadas na Ilustração Católica sobre a cidade. Estamos no segundo número da revista (12 jul. 1913), já distantes da festa (de que já se havia dado ilustração no número anterior), mas é ainda tempo de mostrar ao país a diversidade do programa são-joanino.

Catarina Basso

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Viremos à esquerda! Ou não…



Hoje, em Portugal (e no mundo),relativamente à crise económica, fala-se muito nas redes sociais, criam-se cartoons e vídeos do mais criativo que se possa imaginar para “viralizar” na internet… insulta-se muito nos fóruns dos jornais online, tudo vale para deitar abaixo o atual modelo económico, vulgo capitalismo. Bem… tudo vale? não é bem assim! Na hora de sair à rua para manifestar, a grande maioria prefere o conforto do sofá. Sempre foi assim em Portugal, não há uma cultura de sair à rua para mostrar a indignação como é normal fazê-lo em França ou em Espanha (nossos vizinhos mais próximos). Por cá, são sempre os mesmos que vão para a rua, já fazem parte do calendário político nacional.

Ricardo Freitas

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A Praxe Académica: Um ato de estupidez



No princípio desta semana, assisti na Avenida Central a um ritual de estupidez, praticado por aqueles a quem adjetivam muitas vezes como a futura elite do país, a sua inteligência transformadora…

Depois do jantar, em frente aos Congregados estava um grupo de estudantes universitários, identificados pelos seus trajes que poderiam ser as vestes de qualquer inquisidor do Santo Ofício. Estamos em Braga, poderia ser uma peça de teatro a retratar outros tempos na cidade da religião. A ação decorria no palco que ali está colocado à anos, um palco inestético que corta a avenida a meio tirando-lhe perspectiva e projecção… aquilo que se chama um verdadeiro mono! Mas verdadeiramente adequado ao mau gosto, ao pífio, à pobreza de espírito, à menoridade intelectual e cultural dos intervenientes…

Luis Freire de Andrade

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Batalha de Pedroso (Tibães), a primeira pela independência de Portucálem


O meu Torrão